Fôlego da Existência
Matar o novo amor
É legar à sombra, o ser
Recusando a uma flor
O direito de viver
Se tocas minha mão
Meu segredo é teu
Podes ouvir a canção,
No tilintar do nosso céu?
Fênix em mil pedaços
Do campo, às cinzas
Nos mundos infinitos
Renascem nossas vidas
Divago-me como vento
Afagando os dias frios,
Contornando o afeto,
Recriando estes versos
Ah, fôlego da existência!
O nunca não existe de fato
Negar o sim é contra a vida
Do alento de um respiro
Karen Rocha

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