sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Romeu

   



Romeu

Ah, meu Romeu que me matas com um beijo
Meu sonhar é tão somente eu em ti, veredas
Quando abristes tua alma para o amor eterno
Rejeitastes o infeliz decreto das vis fúrias

Tua eloquência é de longe já sentida
Sacrificaste-me o teu ego em dez miríades
Por teu bem, faço-me também somente tua
Eis a força dos amores complacentes!

Argúcias de uma escolha, o destino
Duas em uma completa e transcedente vida
No calor que brilha gelo e fogo derretido
A prova que a experiência não aborta

A lua em incendioso e mágico aceno
Felicito-te,que aprendi com a rosa, Romeu
Aprazendo- me em encantos de afago
Na virtude dos reais valores no céu

Ah, meu fôlego de uma vital calma!
Se a vida não puder usurpar o que sentes
Arrebata-me como uma brisa quente e fina
Como rainha de teus descendentes



Karen Rocha














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