Odisseia do amor
Odisseia do amor, mais verdadeiro
Preferiria estar sem ti a estar sem mim
No dia que partistes meu mundo
No dia que partistes meu mundo
O término de uma história sem fim
Desbravei mares de olhos densos
Toquei o céu por duas longas vezes
Ao esculpir montanhas de pensamentos
Na filarmônica dos sonhos doces
Meu Narciso,de todos, o prezado
Cuides para que o nada seja tudo
E tão quente neste instante o abrigo
Afastando revezes do cruel mundo
Oh, egrégio de teus claros olhos!
Basta! Castigo tão eloquente e certo
Traços de fina elegância vultosos
Incomparáveis vertigens no cilício
Diga-me, peço-te, belo pequeno
Se a insolência não puder te abater
Podes também amar-me em sereno
E enfim esta calota derreter?
Karen Rocha

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