terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Consciência





Consciência


No raiar do sol, que não me deite!
O vento trás maior necessidade
Acena-me e em meu juízo irei ver-te
Luz que queima toda a vaidade


Quem sou eu, senão o que vejo?
O bem que já nasceu da alma
Implorando refúgio em meu peito
É o vaga-lume desta consciência


Cessai, olhos de água negras!
Teus raios, nunca mais me afligirão
Conto- te hoje as boas novas
A porta, onde já descansarão


Sussurro de uma paz serena
Recolhe do mundo, a pequenez
A proteção da mente é plena
Quando ouvimos sua voz


O poder motriz dos planetas
Milagre do céu, inteligência
Círculo de verdades infindas
Que eu não seja uma néscia!



 Karen Rocha











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