Arquétipo misterioso
Meu arquétipo, em si,misterioso
Recebas minha inteira consideração
Tens histórico de um singular recluso
A fonte de uma torpe ilusão
Por que te atrais a insubordinação?
Arma-te com escudos e espadas
No cair da neve,despertas a solidão
E desfolhas o coração onde moras
Tuas excêntricas garras são fanais
Que incendeiam as tempestades
Criadas por lágrimas torrenciais
Onde morrem campos que invades
Tua fidelidade se extirpa ao breu
Que o pérfido enganador te ensinou
Surrupiastes o que dantes era teu
O falar de teus lábios te estranhou
O fim de teu guia não conheces
Não te fizestes intimo de ti mesmo
Desfrutar deste ego, tu já podes
Que te libertes o abstracionismo!
Karen Rocha

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