quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Doce sumo









Doce sumo


De uma distinta origem, o sumo
É a metade de vermelhos intensos
Aquele que se faz tão necessário
Já dantes o motivo desses versos

Comprazo-me de ti no veredito
Para que haja em mim ressalvas
Nesse jardim que eu sempre planto
Retirando cochonilhas já perdidas

No processo que destrói o joio
Quando ventos trazem suas respostas
Hei de ser no fim, o seu princípio
Quando forem visitar as tuas obras

Recosta-te em mim, teu abraço
Como as fabulosas aves de rapina
Deixo-te  reclinar em meu laço
E dou-te o desfecho da vitória

Anula o pior fel,o doce melhor
Se te encontras na fileira, preparado
Não te tornes inimigo desertor
Por chaves secretas, sê guardado

O temor é a derrota camuflada
Dos que se fazem algozes de si
Sê tu livre da veia fermentada
Nas compostas do terreno que escolhi



Karen Rocha










Nenhum comentário:

Postar um comentário