Senhorita da lua
Sim, eu sou a soberana que me rege
O gostar é a água que desemboca no Tejo
Se preciso-te, torno-me uma simples menina
Meu semblante bebe a sede do que vejo
O disparate é quem de fato me elucida
Na montanha dos girassóis ninguém mente
Por isso arrisquei-me nas asas de tua águia
Se não olhar para trás não tropeçarei à frente
A senhorita da lua não dorme em trevas
Então, não sei perder meu encanto majestoso
Vou à assembleias das cores em ressalvas
Felicidade é irradiar o brilho avultoso
Sou como a Cinderela da história
Na delicadeza da sensibilidade que visto
Ao primeiro e o ultimo de minha memória
Recompensarei com o amor que eu invisto
Karen Rocha

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