Poréns de nozes
Bem que poderias ser o meu colírio
Que aclareia o quadro da vida fumê
E afugenta o embaçado adversário
Já dantes dizia o velho ancião:
"Quem cala é o que consente"
Exaspere-se no grito à rouquidão
Sob o pé de macieiras te arejes
A firmeza seja tua companheira
Ante os inéditos "nós" que nutres
Pois teus olhares são de bronzes
Que engaveto para o final feliz
Quebrando teus poréns de nozes
Karen Rocha

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