Cem metros de poesias
Estou na maratona de cem metros de poesias
Cada qual encaixando-se perfeitamente a alguém
Lá onde nascem as lágrimas, achei minhas canetas
Precisaria entrar na máquina do tempo para não saber
Que seria mais fácil compor o meu cancioneiro
Minha emoções profundas despertadas. Queres ler?
Sinto-me uma moça de outros séculos passados
Quase ninguém alcança o mel arcaico das letras
Somente quem possui os jovens espíritos alados
Da borboleta o voo macio me é bem comum
A arte é quase a subjetividade de seu intérprete
É assim que escrevo:Para todos e cada um...
Karen Rocha

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